(Relatório do painel)

1. O uso de drogas já existe desde a antiguidade.
2. Fatores diversos influenciam para que nos dias atuais as drogas sejam um grande problema de saúde pública.
3. Há drogas consideradas lícitas (álcool e tabaco) e drogas ilícitas (maconha, cocaína, etc.)

Prevenção

1. O PROERD – PR ( Programa Educacional de Resistência às drogas e violência), é um programa de caráter preventivo, antecipando-se à oferta de drogas e às ações que levam à violência.
2. Esse programa é inquestionavelmente a tradução de que a polícia não deve ser encarada exclusivamente como repressora.
3. Trata-se de um programa bem elaborado, baseado em ações psico-pedagógicas, e é uma quase imposição para que diversos estados façam um intercâmbio.

Avaliação e tratamento

1. A família, obviamente, é a base de sustentação da criança e adolescente, permitindo-lhe chegar à adultícia biológica e psiquicamente sadias e conseqüentemente úteis.
2. Qualquer agressão à estrutura familiar constitui-se como um risco à sociedade.
3. O diagnóstico finca-se em identificar a droga, se lícita ou ilícita, o tempo de uso da mesma, se já existe a dependência ou não para melhor ajuste da terapêutica, e esta última envolverá não só a criança ou o adolescente, mas a família.
4. A OMS já antevê com extremamente grave o que pode ocorrer no ano de 2020 em relação ao uso do álcool. Sabemos todos da implicação econômica (arrecadação de impostos) da propaganda do álcool, superpondo aspectos de beleza, de alegria e palidamente informando “use com moderação”. Os governos devem estar atentos ao custo em relação aos malefícios do uso do álcool. Como sugestão seria válido apreciar-se um horário adequado para exposição desta propaganda, impedindo que a mesma fosse feita entre 7:00 e 22:00 horas, como ocorre, por exemplo, na Rússia. É estarrecedor que jovens entre 10 e 18 anos já estejam em uso do álcool. Impressiona que as estatística indiquem percentuais assustadores de acidentes de trânsito e, mais ainda, que um percentual elevados desses casos (cerca de 96% das vítimas) estejam alcoolizados. “O alcoolismo além de destruir o sujeito, dilacera os laços familiares e desestrutura a sociedade”.
5. Finalmente, é necessário saber que a dependência é um problema dinâmico, ou seja, não é um caminho sem volta. Família bem estruturada, que não se omite e sabe dialogar, mostrando aos filhos a importância de seus atos, é um caminho mais próximo em busca de soluções, essas assessoradas por quem de direito.
“Não importa buscar culpados, mas sim quem pode ajudar”, logo se vê o papel imprescindível da família.

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